sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

[Crítica] I Hate My Teenage Daughter - 1x03: Teenage Cotillion


Uma hora, todo jogo vira.

Crítica:
(Spoilers)

Baile? Novamente? Nós já não vimos isso antes? No primeiro episódio tivemos um tema muito parecido com este. Eu não entendi a diferença dos dois, até porque, não sou muito familiarizado com as regras e festividades dos colégios dos EUA. Mesmo assim, eu senti que o tema foi cansativo, justamente por mostrar mais do mesmo. O segundo episódio se sair tão melhor e mostrou uma nova trama, mas o fato desta terceira seguir os moldes do episódio Pilot, não me agradou. Podemos dizer então, que I Hate My Teenage Daughter caiu mais uma vez no meu conceito, mas isso não quer dizer que ela esteja ruim, muito pelo contrário. Porém, o melhor episódio continua sendo o segundo.

Umas das coisas diferentes neste terceiro episódio, é que ele carregou uma trama de fundo interessante. Todas as cenas envolvendo as adolescentes mal-criadas, até agora, só mostrava o quanto elas sentiam vergonha de suas mães e, não importa o que seus pais faziam, sempre estavam orgulhosas deles. Sophie principalmente, que tem um pai ausente, mas mesmo assim, age como se ele estivesse sempre presente em sua vida e joga toda sua frustração para cima de sua mãe. Então, nada mais saudável do que nos mostrar um episódio onde os pais podem se tornar uma verdadeira decepção ou lhes fazer passar por um constrangimento.

Não deu outra e eu gostei bastante. Matt acabou se distraindo com a maconha do inferno e não dançou com Sophie e Gary não conseguiu parar de olhar ao lembrar dos pezinhos de sua filha sobre os dele. Na boa, estas crises do Gary neste episódio foram muito engraçadas. Ele chorando no baile, ele chorando na sala de estar e, por fim, ele chorando ao ver Sophie e Matt dançando foram os altos momentos da trama. E o melhor, ele ainda completa a cena com um hilário "O que está acontecendo comigo". É, Gary, nem eu sei o que está acontecendo.

E se por um lado os pais afundaram em seus próprios jogos, as mães triunfaram. Principalmente Nikki, que foi obrigada a passar todo o baile atrás de uma planta, aproveitou o momento constrangedor do ex-marido para ficar ao lado de sua filha e falar mal dele. Achei muito engraçado essa parte também. A personagem é muito engraçada e deu para sentir toda a "alegria" dela ao ver que, pela primeira vez, não era a "vergonha" do momento.

Annie teve seu bom momento também, agradecendo e cantando no palco, para dar uma chance do Matt voltar e dançar com sua filha. Bem, ele não voltou, mas serviu para ela pagar por sua cota de micos em um episódio. Só achei que a Sophie devia reconhecer o gesto da mãe ao invés de ficar brava. Foi bastante fofo, visto de um ponto estranho e distorcido da situação. Enfim, que venha o próximo!
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Comentários
5 Comentários

Comentário(s)

5 comentários:

  1. Achei desnecessário o comentário sobre "a prostituta brasileira" no episódio. Esse tipo de crítica ao Brasil deixa a desejar e me faz querer parar de assistir a série.

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  2. concordo plenamente, caiu no meu conceito. pq prostituta brasileira???

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  3. Acabei de ver este episódio, e o comentário super maldoso " esta parecendo uma prostituta brasileira" mudei imediatamente do canal, e não volto a assistir a série! E se possível reclamarei com o canal ou com a série. Este tipo de atitude deve acabar!

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  4. O título é de muito mau gosto. E todo o enredo acompanha. Não sou de falso moralismos, mas acheo o cúmulo.

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  5. parem com isso, sim, poderia ter sido "a prostituta holandesa" ou outro país, mas não foi, e o Brasil não é lá um paraíso inocente, nós vemos nos filmes e séries estrangeiras a imagem que o Brasil passa para o mundo. Sim pq, todos acham que o Brasil é um lugar com verão ano todo, as mulheres só de biquínis e vivemos macacos pendurados nos ombros, tiro isso pelo Stallone e seus comentário. Então deixem isso pra lá, não vai mudar nada.

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