sábado, 19 de novembro de 2011

[Crítica] Outlander: Guerreiro vs Predador


Direção: Howard McCain
Ano: 2008
País: EUA
Duração: 115 minutos
Título original: Outlander

Crítica:

Isso destruiu o mundo dele. Ele não deixará que destrua o nosso.

Depois de ficar indignado com a ruindade de A Era dos Dragões, eu sentia que era o meu dever procurar um filme, do mesmo estilo, que fosse recomendável. Demorei por um segundo, mas logo encontrei a resposta, Outlander: Guerreiro vs Predador, um dos meus filmes favoritos deste gênero com dragões. Não entendo porque ele não é muito conhecido entre o público, uma grande injustiça, uma vez que esse filme é demais. Estão prontos? Agora as coisas vão ficar quentes de verdade.

A história gira em torno de um homem que, depois de ter sua família morta por um besta selvagem, vai até outro planeta para caçá-la. A besta é um dragão, que agora aterroriza as pessoas de um pequeno povoado. Agora, o viajante do tempo e os bárbaros do vilarejo terão que unir forças se quiserem permanecer vivos da fúria da criatura. Em paralelo a isso, o viajante parece guardar sentimentos pela filha do líder, mesmo ela estando prometida a outro.

Gente, vocês não imaginam o quanto eu estou animado com este filme. Estava esquecido na minha prateleira, mas eu tive que assisti-lo novamente, para tirar a abominação anterior da minha cabeça. Eu nem consigo imaginar por onde começar, porque tudo neste filme é superior ao A Era dos Dragões. Não é exagero, estou falando de tudo mesmo.

Para começar, os efeitos visuais são bem melhores, os dragões são mais reais. Sem contar que o design dos dragões é completamente original. Eles têm pontos brilhantes, para atrair as vítimas. Achei muito inteligente do roteiro. É um detalhe simples, mas que faz toda a diferença. Principalmente nos ataques sangrentos da criatura. Destaco a cena em que ela aparece pela primeira vez no vilarejo em que o protagonista é mantido como prisioneiro. Coisa linda de se ver, minha gente! Temos luzes brilhantes para todos os lados e gente morrendo a torto e a direito, das formas mais violentas possíveis.

O romance entre o casal principal também é muito bem elaborado. Não temos uma atração boba e sem sentido. O espectador realmente é levado a uma boa história de amor. Aliás, eu gosto muito dos dois atores, Jim Caviezel (Velozes e Mortais) e Sophia Myles (da série Moonlight). Eles combinam, têm uma ótima química juntos. A mocinha, por sua vez, não é nem um pouco fraca e mostra que realmente sabe lutar, sem parecer forçado. Adorei o soco que ela dá na cara do protagonista. Doeu até em mim!

Está mais do que recomendado. O terceiro ato, não decepciona nem um pouco, trazendo todos os personagens vivos no centro da ação. O roteiro ainda é inteligente ao salvar o caráter de um personagem, que em outras produções clichês, seria mais um vilão sem graça. Filme digno, sangrento e com efeitos de tirar o fôlego. Assistam logo, e tentem não se queimar, porque o dragão é frenético. Nota 9,0.

Trailer Legendado:


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1 Comentários

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1 comentários:

  1. bem que este filme poderia ter uma continuação naõ é?

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