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[Crítica] O Massacre


Direção: Jay Lee
Ano: 2006
País: EUA
Duração: 96 minutos
Título original: The Slaughter

Crítica:

Bem-vindo ao lar!

O Massacre
foi lançado em 2006, direto em DVD (óbvio!) pela Paris Filmes, no Brasil. Mas não acusem a distribuidora de dar um nome bobo e clichê para o filme, esta é a tradução literal para The Slaughter. A Paris Filmes é uma das poucas distribuidoras que geralmente traduzem literalmente os títulos nacionais. Então, empolgados por um filme cujo mesmo nome pode ser encontrado em outras meias dúzias de produções baratas? Bem, eu acho que não, mas vamos lá mesmo assim.

A história é um primor e segue um grupo de restauradores, que vão para uma afastada casa antiga para... Restaurar. Não demora muito para coisas “assustadoras” começar a acontecer. Logo, um dos personagens acha um livro de feitiços, onde descobre que cada alma presente naquela casa, está condenada. Agora, eles terão que se unir para acabar com um mal superior que pode transformar os mortos em seus servos e ainda ficar perambulando com seus peitos de fora com a voz de uma bombada de academia. Quem ta com medo?

"Cada elemento é aplacado para que manifeste o mal neste mundo. O sangue vivo é morto para reverter a morte e dar vida aos servos. E finalmente, o maior sacrifício dará ao mal o poder de reger a terra para sempre.” Esta é uma parte da profecia que um dos personagens lê, é com base nisso que todas as loucuras da trama se desenrolam. E acreditem em mim quando eu digo, SÃO MUITAS. Tudo, exatamente tudo, pode acontecer neste roteiro doente e... Realmente acontece.

O diretor até que tenta começar com o mais puro do “terror”. De forma séria (ou pelo menos tentando), ele apresenta o espectador às primeiras vítimas. É claro que toda a sequência é um grande fracasso. Os efeitos visuais são de tirar o fôlego, porque são tão ruins que você não vai conseguir parar de rir. Mas quando parece ir direto para o lixo, uma coisa inacreditável acontece.

O roteiro dá umas reviravoltas bizarras! E, uma vez que o terror não funcionou, o diretor entra na comédia trash sem vergonha e desenfreada (Oi?). É neste momento que ele usa os clichês mais ridículos e faz graça com eles, como o casal transando loucamente e em várias posições, fazendo com que a maldição se despertasse. Eu não sei que foi a intenção do diretor de bagunçar com tudo, mas ainda bem que ele o fez, porque eu simplesmente adorei. Não conseguia parar de rir, é sério!

E se tudo está uma merda, porque não, adicionar zumbis a trama? E se tem zumbis, vamos fazer os personagens soltarem piadas toscas, no melhor estilo Todo Mundo em Pânico, certo? Bem, agora vamos ao momento do perigo. Eu recomendo! Mas prestem atenção... O FILME É UM LIXO. Eu só recomendo porque me diverti com os erros bizarros do filme. Então não venham me xingar se não gostarem. OBS: Destaque para a sequência final, que é até engraçada ao invés de surpreendente. Nota 5,0.

Trailer:


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