sábado, 12 de novembro de 2011

[Crítica] Amor a Toda Prova


Direção: Glenn Ficarra & John Requa
Ano: 2011
País: EUA
Duração: 118 minutos
Título original: Crazy Stupid Love

Crítica:

Isso é loucura. Isso é estupidez. Isso é amor.

Todos sabem que o meu forte é terror, quando se trata de filmes em que as pessoas morrem, eu sou ótimo. Mas também gosto de explorar outros gêneros, como já disse em algumas críticas passadas, mas, talvez, o que melhor se compare ao terror, seja as comédias românticas. Eu sei que é totalmente diferente, mas tenho uma queda por esses filmes que dividem cenas engraçadas e românticas numa mesma cena. O problema é que a fórmula está bastante desgastada e é difícil encontrar alguma coisa que seja original.

O filme conta a história de Cal Weaver, um homem comum, que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando sua mulher pede o divórcio – e ainda diz que o traiu. Arrasado, ele começa a se embebedar e contar seus problemas pessoais para qualquer num no bar. Seus problemas parecem acabar quando ele conhece Jacob, um homem bonito, mestre na arte da sedução. Logo, Jacob tem a missão de ajudá-lo e recuperar seu macho interior, ao mesmo tempo em que descobre que pode haver uma alma gêmea para ele bem mais perto do que ele imagina.

Sabe, a sinopse parece ser bem simples, e com certeza vocês já ouviram outras parecidas, mas o fato é que o filme é bem melhor que do que vocês imaginam e consegue superar as expectativas. Eu mesmo, me peguei indo assistir “mais uma comédia” e, ao final, percebi que tinha assistido “a comédia”. Isso acontece porque o roteiro é inteligente o suficiente para não cair em piadas óbvias e ainda usar situações divertidas e pouco prováveis. Além disso, temos uma trama dividida e estruturada em três casais.

Acho que o mais interessante deles é o protagonizado pela queridinha Emma Stone (A Mentira) e o malhado do Ryan Gosling. Eles são ótimos juntos, transbordam química e elevam por demais as cenas românticas do filme. No primeiro encontro deles, logo vemos como o personagem de Gosling age, o que é bastante interessante, já que ele convence como um pegador ricaço. Eu só queria ter visto mais da Stone, acho que o filme poderia ter dado mais destaque a ela, mas, quando chegamos ao terceiro ato, entendemos completamente e tudo se liga. Eu destaco a cena dela na casa dele pela primeira vez. É engraçado e consegue ser a cena mais fofa do filme.

Steve Carell também não fica para trás e forma uma ótima dupla com a Julianne Moore (Identidade Paranormal) que, apesar de estar velha, continua lindíssima. Carell protagoniza as cenas mais engraçadas do longa, como na hora em que ele desmaia em um momento inusitado e cai de cara em um lugar constrangedor. Também merece destaque a parceira de sua primeira transa, interpretada pela Marisa Tomei. A personagem é hilária e ganha um certo destaque da segunda metade para fim.

É claro que eu recomendo, até porque, o final é super fofo, mostrando para todos nós que todos temos nossas almas gêmeas, basta nós corrermos atrás delas (não de um jeito psicótico, por favor). Uma comédia romântica diferente, com pontos dramáticos interessantes e com momentos fofos únicos. Está esperando o que? Assista logo. OBS: Cadê a minha alma gêmea?


Trailer Legendado:

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Comentários
1 Comentários

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1 comentários:

  1. Eu adorei esse filme! tbem achei que seria mais uma comédia romântica, mas me surpreendeu. Tbém adorei o cabelo ruivo da Julianne Moore... rsrs

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